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Companhia potiguar participa de mostra de dança nacional

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Camadas de tinta e de histórias acumuladas, impressas, misturadas, desbotadas, dissolvidas nos corpos. Assim podem ser observadas as bailarinas da Companhia Giradança no espetáculo “Graça – uma economia da encarnação”, com estreia presencial nos dias 13 e 14 de abril, durante a 5ª mostra de dança do Itaú Cultural, em São Paulo.

Jania Santos, Joselma Soares e Ana Carolina Vieira, bailarinas da Companhia, trazem à tona histórias que atribuem aos próprios corpos qualidades e possibilidades múltiplas, como nas narrativas mitológicas.

O espetáculo, que questiona o ser fêmea através das automitologias, teve a montagem realizada com o apoio do projeto Rumos Itaú Cultural 2019/2020. Devido a pandemia do coronavírus, o espetáculo passou por adaptações e foi lançado como filmedança no ano de 2021.

Agora, a obra tem estreia presencial marcada para o dia 13 de abril, 20h, após convite para participar da Mostra de dança nacional que traz esse ano a reflexão “por que dançamos?”, com convidados de oito estados do Brasil e de mais três diferentes países, que levam o público a questionar, por meio de coreografias e trocas de ideias, sobre os motivos que levam os corpos a se movimentarem.

A coreografia do grupo potiguar foi elaborada por Elisabete Finger, que é performer e coreógrafa e desenvolve trabalhos que perseguem uma ‘lógica de sensações’ e se ocupam de um erotismo da matéria: um corpo-matéria que se funde, colide e atravessa outras matérias. Já a direção artística é de Alexandre Américo, artista e pesquisador da dança, com enfoque na investigação em arte contemporânea.

O espetáculo “Graça – uma economia da encarnação” conta com audiodescrição  e intérprete de libras durante a apresentação.

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